Goiás atinge 64% da colheita de algodão, estima Fialgo

Em algumas regiões, entretanto, colheita já atingiu 82% da área plantada

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Na região de Cabeceiras, Cristalina e Luziânia, o avanço da colheita é de 82,74%. (Foto: Getty Images)

Na região de Cabeceiras, Cristalina e Luziânia, o avanço da colheita é de 82,74%. (Foto: Getty Images)

29deJulhode2022ás15:29

A colheita de algodão da safra 2021/2022 em Goiás atingiu nesta semana 64,64%, de acordo com levantamento realizado pelo Fundo de Incentivo à Cultura do Algodão do Estado (Fialgo) e divulgado nesta sexta (dia 29). 

Segundo a instituição, que é responsável por acompanhar todo o período de colheita nas fazendas produtoras, somente na última semana, a área colhida aumentou 14,45% em relação aos 50,19% registrados na semana anterior.

O levantamento apresenta o desempenho por áreas do Estado e mostra o estágio de cada uma. 

Desempenho

Na chamada região 1, composta pelos municípios de Goiatuba, Morrinhos, Itumbiara, Palmeiras de Goiás e Turvelândia, trabalhadores rurais já colheram 69,96% da safra. Ela 6,85% da área total dedicada ao algodão em Goiás. 

O ritmo é semelhante na região 2, que reúne outros setes municípios, entre eles Caiapônia, Chapadão do Céu e Jataí, e na qual o indicador é  61,96% da área plantada foi colhida, bem mais do que os 47,13% registrados na terceira semana de julho.

Este valor corresponde a 34,28% do total de Goiás e marca uma grande aceleração da colheita na região.

Já a região 3 está bem próxima de finalizar a safra 2021/2022. Na área, que abrange as cidades de Cabeceiras, Cristalina e Luziânia, o avanço da colheita é de 82,74%. Por sua vez, a Região 4, formada apenas pelo município de Britânia, começou a colher após as demais regiões e alcançou 6,25% da sua área.

Terceiro maior produtor

Com previsão de produção de 127,9 mil toneladas de algodão na safra 2021/2022, crescimento de 16,5% em relação à safra anterior, o estado de Goiás ocupa a terceira posição no ranking nacional de estados produtores - atrás apenas de Mato Grosso (1º) e Bahia (2º). 

Esses dados são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em boletim de março.

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