Com esperanças de acordo EUA-China e disparada do petróleo, Chicago fecha em alta na soja

    Alta do petróleo e otimismo com retomada das negociações entre Estados Unidos e China impulsionam cotações da soja em Chicago

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    Com esperanças de acordo EUA-China e disparada do petróleo, Chicago fecha em alta na soja
    23deOutubrode2025ás17:21

    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos para grão e óleo, e cotações mistas para farelo. 

    O mercado foi sustentado pelo avanço expressivo do petróleo e o otimismo em torno das negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

    O petróleo em Nova York registrou alta de quase 6% após o governo norte-americano impor sanções às duas maiores empresas petrolíferas da Rússia.

    Além disso, o mercado reagiu à expectativa de progresso nas tratativas entre Washington e Pequim, que voltam a se reunir na próxima semana, na Coreia do Sul.

    A possibilidade de retomada das compras chinesas de produtos agrícolas norte-americanos alimenta o sentimento de recuperação da demanda. 

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    Em meio a esse cenário, o Conselho Internacional de Grãos (CIG) divulgou novas estimativas para a safra global de grãos 2025/26, projetando produção de 2,425 bilhões de toneladas, acima dos 2,412 bilhões previstos em setembro e dos 2,327 bilhões de 2024/25.

    Para a soja, o CIG reduziu levemente sua previsão, estimando 428 milhões de toneladas, frente às 429 milhões estimadas anteriormente e registradas na safra passada. 

    Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2025 fecharam com alta de 10,00 centavos de dólar por bushel ou 0,96%, a US$ 10,44 3/4 por bushel. A posição janeiro de 2026 teve cotação de US$ 10,62 por bushel, avanço de 12,00 centavos de dólar por bushel ou 1,14%. 

    Nos subprodutos, a posição dezembro de 2025 do farelo fechou com ganho de US$ 2,30 ou 0,79%, a US$ 292,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2025 fecharam a 50,87 centavos de dólar por libra-peso, retração de 0,80 centavo ou 1,59%.

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