Preço do trigo tem terceiro dia de queda em Chicago, mas com alta semanal

    No Brasil, cotação do cereal tem resultados positivos no Paraná e no Rio Grande do Sul

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    O analista de Safras & Mercado, Elcio Bento, avalia que muito dessa volatilidade recente é resultado de especulação.

    O analista de Safras & Mercado, Elcio Bento, avalia que muito dessa volatilidade recente é resultado de especulação.

    28deJulhode2023ás16:33

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerrou a sessão de hoje (dia 28) com preços do trigo significativamente mais baixos. O mercado fechou a terceira queda consecutiva, ainda que distante da mínima do dia. Na semana, no entanto, a variação acumulada foi positiva em 0,97% no contrato setembro/23.

    No Brasil, segundo o Cepea, a cotação do trigo tinha alta semanal no Paraná, apesar de pequena variação negativa no mês, e acumula valorização de 2% no Rio Grande do Sul. A última atualização foi feita ontem (dia 27).

    O analista de Safras & Mercado, Elcio Bento, avalia que muito dessa volatilidade recente é resultado de especulação. Sem notícias impactantes sobre o conflito no Mar Negro, os preços não encontram força altista no momento.

    De acordo com a Reuters, inspetores norte-americanos avaliaram que as lavouras de trigo “primavera” na Dakota do Norte têm produtividade superior à média de cinco anos no país.

    A Bolsa de Cereais de Buenos Aires disse nesta quinta-feira (27), que as chuvas recentes na região agrícola da Argentina permitiram que a umidade do solo se recuperasse e 72,1% da área esperada para o trigo já foi plantada em boas e ótimas condições.

    Cotaçaõ do trigo hoje em Chicago

     

    No fechamento de hoje, os contratos futuros de trigo com entrega em setembro de 2023 eram cotados a US$ 7,04 1/4 por bushel, baixa de 8,50 centavos de dólar, ou 1,19%, em relação ao fechamento anterior.

    Os contratos futuros do trigo com entrega em dezembro de 2023 eram negociados a US$ 7,28, recuo de 7,50 centavos, ou 1,01% em relação ao fechamento anterior.

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