Acordo China-EUA agita mercado da soja, mas Brasil mantém força nas exportações

    Futuros da soja avançam em Chicago após novos compromissos comerciais entre chineses e norte-americanos, enquanto demanda externa segue sustentando embarques brasileiros

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    Acordo China-EUA agita mercado da soja, mas Brasil mantém força nas exportações
    25deMaiode2026ás08:16

    Os preços futuros da soja nos Estados Unidos seguem em recuperação, impulsionados pelo avanço de acordos comerciais entre os governos norte-americano e da China, principal importadora global da oleaginosa. 

    O país asiático comprometeu-se a adquirir dos Estados Unidos US$ 17 bilhões anuais em produtos agrícolas, além de 25 milhões de toneladas de soja. Soma-se a isso o dólar abaixo de R$ 5,00, o que tende a favorecer as exportações norte-americanas. 

    Apesar disso, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destacam que a expectativa é de manutenção da forte demanda chinesa por soja brasileira, favorecida pelo menor prêmio de exportação no Brasil. 

    De acordo com o Cepea, na semana passada, a valorização doméstica da soja em grão esteve atrelada à firme demanda, sobretudo externa, pela oleaginosa brasileira. Segundo dados da Secex, a média diária de exportações neste mês (10 dias úteis) supera em 18,5% a registrada no mês anterior. Vale lembrar que o Brasil já havia registrado recorde de embarques da oleaginosa em abril.

     

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