Exportações de ovos do Brasil crescem 16,3% em fevereiro

    Embarques e faturamento avançam no início de 2026, com expansão de mercados na Ásia, Oriente Médio e América Latina

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    Exportações de ovos do Brasil crescem 16,3% em fevereiro
    10deMarçode2026ás12:10

    As exportações brasileiras de ovos — considerando produtos in natura e processados — somaram 2.939 toneladas em fevereiro, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

    O volume representa alta de 16,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.

    Em termos de receita, o avanço foi ainda mais expressivo. As vendas internacionais do setor alcançaram US$ 6,175 milhões, valor 25,1% superior ao registrado em fevereiro de 2025, quando as exportações totalizaram US$ 4,936 milhões.

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    No primeiro bimestre de 2026, os embarques brasileiros de ovos atingiram 6.025 toneladas, volume 23,4% maior que o registrado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4.884 toneladas.

    A receita também avançou de forma significativa. Nos dois primeiros meses deste ano, as exportações geraram US$ 12,583 milhões, crescimento de 37,9% frente aos US$ 9,122 milhões obtidos no mesmo intervalo do ano passado.

    Principais destinos

    Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro, destacam-se:

    • Chile: 767 toneladas (+156,8%)

    • Emirados Árabes Unidos: 531 toneladas (-3,1%)

    • Japão: 524 toneladas (+143,5%)

    • México: 284 toneladas (+12,7%)

    Diversificação de mercados impulsiona vendas

    De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho das exportações reflete o fortalecimento da presença internacional da cadeia produtiva brasileira e a ampliação da diversificação de destinos.

    “Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. A diversificação de destinos e a competitividade do produto brasileiro têm ampliado o espaço da nossa produção no comércio internacional, consolidando gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos”, avalia Santin.

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