Drone ou pulverizador de barra? Entenda quando usar cada tecnologia no campo

Especialista explica como escolher entre drone e pulverizador terrestre com base em eficiência, volume de aplicação e características da lavoura

Drone ou pulverizador de barra? Entenda quando usar cada tecnologia no campo
05deMaiode2026ás16:16

A escolha entre pulverização por drone ou por pulverizador de barra tem ganhado espaço no campo, mas a decisão passa longe de uma disputa direta entre tecnologias.  Na prática, o que define a melhor estratégia é a capacidade de atingir o alvo com qualidade, eficiência e o menor nível possível de perdas.

Segundo João Victor de Oliveira, coordenador de produto da Jacto, o ponto de partida é entender o propósito da operação.

 “Quando a gente fala de pulverização, nós temos que lembrar o seguinte, qual que é o objetivo da pulverização? A pulverização, ela tem o objetivo de realmente controlar alguma coisa que tá interferindo na lavoura. Seja pulverização por drone ou por pulverizadores de barra, ela tem esse objetivo", explica o especialista.

 

Mais do que o tipo de equipamento, dois fatores são determinantes para o sucesso da pulverização: qualidade de aplicação e eficiência operacional.

“Se esse objetivo está sendo atingido, temos que lembrar de dois parâmetros. Primeiro, qualidade de aplicação e o segundo é também a gente fazer isso de maneira mais eficiente e com menos perdas possível.”

Nesse sentido, ambas as tecnologias são capazes de entregar resultado. “Então, os dois, tanto a a pulverização pulverização por drone, quanto a pulverização via pulverizadores de barra, ela consegue atingir essa eficiência.”

Tecnologias não competem, se complementam

Um dos principais pontos destacados pelo especialista é que drone e pulverizador de barra não devem ser tratados como concorrentes diretos dentro da fazenda.

“O drone, muitas vezes, atua de forma complementar ao pulverizador de barra. Não que um vá substituir o outro, mas, em alguns cenários, o drone é mais indicado e, em outros, o pulverizador terrestre também será, contribuindo para o aumento da capacidade operacional, com maior rendimento em hectares por hora.”