Copa do Mundo: como fica o Brasil e Suíça no comércio exterior?
Produtos agro como açúcar e carne de aves estão entre os mais importados pelos suíços
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Brasil exporta para a Suíça principalmente ouro, açúcares, produtos da indústria de transformação e carne de aves (4,1%). (foto - ilustrativa)
A Suíça, nossa adversária na rodada de hoje pelo Grupo G da Copa do Mundo 2022, tem um retrospecto desfavorável quando ao assunto é futebol, mas ostenta superávit comercial em relação ao Brasil ao menos nos últimos 10 anos.
Na história, o Brasil encarou a Suíça em nove partidas. Foram três vitórias da Seleção, duas dos europeus e quatro empates. Sete jogos foram em amistosos e dois em Copa do Mundo.
Em 1950, a partida terminou empatada por 2 a 2. No Mundial da Rússia, o jogo foi 1 a 1. Na Copa do Catar, as duas seleções estrearam com vitória. Quem vencer hoje pode se classificar de forma antecipada para as oitavas de final do Mundial.
Já no campeonato do comércio internacional, Brasil e Suíça possuem um relacionamento comercial harmonioso e de longo prazo, com produtos agro em destaque. Esperamos que a partida de hoje apenas reforce e amplie essa parceria.
O Brasil é o principal parceiro econômico na América Latina, responsável por 34,4% dos negócios suíços na região, e ocupa a 24ª posição no ranking dos mais importantes parceiros comerciais da Suíça.
Do lado de cá, a Suíça ocupa o 45º lugar no ranking das exportações e o 25º nas importações. Em números, as exportações até outubro de 2022 estão em US$ 953 milhões e as importações ultrapassam os US$ 2 bilhões. Ponto para os suíços.
Os principais produtos que o Brasil vendeu para a Suíça em 2022 foram ouro (53%), açúcares e melados (7,3%), produtos da indústria de transformação (4,6%), carne de aves (4,1%), cobre (3,6%), entre muitos outros itens.
Já a Suíça exportou especialmente medicamentos e produtos farmacêuticos (40%), compostos de funções nitrogenadas (15%), compostos organo-inorgânicos (7,4%) e produtos da indústria de transformação (4,8%)