Você sabe por que nosso próximo rival chama Camarões?
Conheça a origem do nome do país e, também, a pauta de negócios bilaterais

Nas relações comerciais, o Brasil tem superávit de US$ 82,4 milhões entre janeiro e outubro deste ano. (foto - ilustração)
Para fechar a fase de classificação da Copa do Mundo, a seleção brasileira entra em campo contra Camarões, amanhã (dia 2), às 16h, com um retrospecto favorável.
Contudo, o time do treinador Tite deve entrar em campo com uma formação reserva, a fim de poupar parte dos atletas, com vistas já às oitavas de final, que será disputada na segunda-feira.
Assim, teoricamente, aumentam as chances de os Camarões serem um “prato indigesto’. Aliás, você sabe o motivo de o país africano ter o nome de “Camarões”?
Pois, a origem remonta às grandes navegações portuguesas, primeiros europeus que chegaram à região onde hoje está o país. Os lusitanos atracaram no local e encontraram o Rio Benue, que era farto em crustáceos.
Os exploradores, então, acreditaram tratar-se de camarões e batizaram a localidade com o mesmo nome. Com o tempo, os locais adotaram a denominação e, séculos depois, são a República dos Camarões.
Encontros em Copas
Mas a seleção deles também é conhecida por outros animais. A equipe africana tem a gana e a força dos Leões, como são apelidados.
Ainda assim, nas duas vezes que cruzou com os canarinhos, em 1994 e 2014, foram 7 gols contra 1, a favor dos brasileiros, 3 a 0, nos Estados Unidos e, 4 a 1, em casa, no Estádio Nacional em Brasília.
Apesar da diferença dos placares, no quesito alegria e paixão pelo futebol quando se fala em qualquer país da África e do Brasil, é preciso consultar o VAR. Como esquecer de granes nomes do esquete dos Leões como Roger Mila, Samuel Eto e outros?
Relações comerciais Brasil-Camarões
Nas relações comerciais, há uma certa timidez, com saldo de US$ 82,4 milhões a favor do nosso país entre janeiro e outubro deste ano. Nossos outros adversários na primeira fase, Sérvia e Suíça, têm superávits em relação ao Brasil.
O Brasil importa dos africanos: 77% em látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais, e 22% em folhas, aglomerados e outros produtos de madeira; e exporta essencialmente açúcares e melados (54%); álcoois, fenóis e outros derivados químicos (24%).
As exportações em 2022 somam US$ 83,7 milhões já a importação US$ 1,3 milhões. No ranking das exportações Camarões ocupa a 102º posição, ante 128º nas importações.
