Case IH aposta em automação, etanol e apresenta maior colhedora axial do mundo

Empresa destaca avanço da automação, conectividade e testes com máquinas movidas a etanol para elevar eficiência no campo

Case IH aposta em automação, etanol e apresenta maior colhedora axial do mundo
30deAbrilde2026ás08:00

A Case IH chega à Agrishow 2026 com uma estratégia que combina automação, conectividade e transição energética para ampliar eficiência e reduzir custos no campo. Em um cenário de investimentos mais seletivos, a empresa aposta em tecnologia e produtividade para destravar negócios ao longo do ano.

“A Agrishow sempre é um evento estratégico para nós. É a vitrine dos nossos lançamentos. É um lugar onde querendo ou não, uma boa parte dessas negociações ou se iniciam ou terminam por aqui. Então, a gente tem toda a nossa força de vendas, todo o nosso portfólio de produtos e a gente faz uso disso para ir projetando e fazendo os negócios ao longo do ano. Tem um peso importante”, afirma Nilson Righi, gerente de Marketing Tático da Case IH para América Latina.

Mesmo após renovar praticamente toda a linha de produtos no último ano, a marca direciona os lançamentos de 2026 para a etapa de colheita, com foco em ganho de escala e eficiência operacional.

 

O principal destaque é a linha Axial-Flow, com a apresentação da F10, posicionada como a maior colhedora axial do mundo, conforme destacou o executivo.

“A F10 é a maior colhedora axial do mundo, que trabalha com essa plataforma que vocês estão vendo aqui de mais de 60 peças que também é a maior do mundo, ou seja, a maior produtividade que a gente tem no mercado hoje é com essa máquina, mas a novidade tá na arquitetura eletrônica.”

Automação avança e máquinas passam a “conversar”

A nova geração de equipamentos marca um salto na arquitetura eletrônica, com foco em automação e conectividade em toda a linha.

“A novidade está na arquitetura eletrônica. Nós estamos renovando a arquitetura eletrônica das máquinas para um novo patamar de automação. Desde a nossa primeira máquina de entrada a gente está nivelando essa tecnologia.”

Na prática, a tecnologia passa a estar presente desde os modelos de entrada, com recursos como manobra automática, troca de informações entre máquinas e monitoramento remoto.

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