LATAM Cargo amplia em 42% o transporte aéreo de frutas brasileiras no primeiro semestre

    Companhia transportou 18,6 mil toneladas de frutas no período, impulsionada pela expansão da conectividade entre o Brasil e a Europa, principal destino das exportações

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    Embarque de frutas brasileiras em aeronave da LATAM Cargo para exportação.

    LATAM Cargo transportou 18,6 mil toneladas de frutas brasileiras no primeiro semestre de 2026, impulsionada pela ampliação das rotas entre o Brasil e a Europa.

    03deAgostode2026ás12:00

    A LATAM Cargo transportou 18,6 mil toneladas de frutas brasileiras para o exterior no primeiro semestre de 2026, volume 42,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

    O crescimento foi impulsionado pela ampliação da conectividade entre o Brasil e a Europa, principal destino das cargas exportadas pela companhia.

    Dados da consultoria WorldACD, referentes a abril de 2026, mostram que a LATAM Cargo lidera o transporte aéreo de frutas brasileiras, com 37% de participação de mercado (market share), reforçando sua posição entre as principais parceiras dos exportadores nacionais.

    Lisboa, Londres e Madri foram os principais destinos das frutas brasileiras embarcadas pela companhia no primeiro semestre. O Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos concentrou 80% do volume exportado, seguido por Fortaleza (11%). Já os aeroportos de Recife e Viracopos (Campinas) responderam, juntos, pelos 9% restantes.

    O mamão liderou o crescimento das exportações no semestre. Manga e limão também figuraram entre as frutas mais transportadas, enquanto o abacate esteve entre os principais produtos embarcados.

    "O crescimento das exportações de frutas demonstra a importância da conectividade internacional para ampliar a competitividade dos produtos brasileiros. Seguimos investindo na expansão da nossa capacidade e em uma operação especializada, que combina frequência, agilidade e confiabilidade para preservar a qualidade da carga até o destino final", afirma Cláudio Torres, diretor Comercial da LATAM Cargo na América do Sul.

    Expansão da malha fortalece exportações

    Segundo a companhia, a ampliação da capacidade para a Europa, tanto por meio de aeronaves cargueiras quanto da malha internacional de passageiros do Grupo LATAM, foi um dos principais fatores para o desempenho registrado no semestre.

    Entre os destaques está o aumento da operação entre São Paulo/Guarulhos e Amsterdã, que passou a contar com seis frequências semanais em abril de 2026.

    Atualmente, a LATAM Cargo conecta o Brasil aos principais destinos europeus, incluindo Londres, Paris, Frankfurt, Milão, Lisboa, Madri, Barcelona, Amsterdã, Bruxelas e Roma. Entre essas rotas, Madri, Paris, Barcelona e Lisboa responderam, juntas, por 40% do crescimento registrado nas exportações de frutas no primeiro semestre.

    Novas rotas ampliam capacidade de exportação

    Nos últimos anos, a LATAM Cargo ampliou sua capacidade operacional para acompanhar o crescimento da demanda pelo transporte aéreo de cargas e fortalecer a conexão dos exportadores brasileiros com os principais mercados internacionais.

    Atualmente, a companhia conecta o Brasil a mais de 15 países, por meio de uma rede com mais de 70 origens e destinos, considerando tanto as operações cargueiras quanto a capacidade disponível na malha internacional de passageiros do Grupo LATAM.

    Entre as rotas cargueiras inauguradas recentemente estão Miami-São José dos Campos, Bruxelas-São José dos Campos, Miami-Brasília e Amsterdã-Curitiba, ampliando as alternativas logísticas para importadores e exportadores brasileiros.

    Além dos voos cargueiros, a malha internacional de passageiros também amplia a capacidade para o transporte de cargas. Rotas como Fortaleza-Lisboa, Fortaleza-Miami, São Paulo/Guarulhos-Amsterdã e São Paulo/Guarulhos-Bruxelas reforçam o escoamento de produtos perecíveis para a Europa e a América do Norte.

    No mercado doméstico, a LATAM lidera o transporte de cargas em voos de passageiros desde abril de 2025. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) referentes a junho de 2026, a companhia detinha 39,8% de participação nesse segmento.

     

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