Chuva ganha força em parte do Sudeste e Nordeste nesta semana, aponta MetSul

    Aumento da chuva será mais expressivo em Minas Gerais

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    Chuva ganha força em parte do Sudeste e Nordeste nesta semana, aponta MetSul
    17deMarçode2025ás08:08

    A instabilidade volta a ganhar força em parte do Sudeste e Nordeste do Brasil ao longo desta semana, segundo a MetSul Meteorologia.

    O aumento da chuva será mais expressivo em Minas Gerais, além de áreas do Norte do Nordeste, devido à influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

    No Norte do país, os estados com maior volume de precipitação devem ser Amazonas, Pará, Acre e Rondônia. Já Amapá e Roraima terão chuva irregular, mas com acumulados pontualmente elevados.

    No Tocantins, a instabilidade será ainda mais dispersa, mas pode ser intensa em locais isolados. A ZCIT seguirá influenciando o tempo, provocando volumes excessivos de chuva na Ilha de Marajó e no Norte do Pará.

    Nordeste terá acumulados expressivos em alguns estados

    No Nordeste, os maiores acumulados serão registrados no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, também sob influência da ZCIT.

    Em algumas áreas, os volumes podem ser extremamente elevados. Na Paraíba e na Bahia, a chuva tende a aumentar, especialmente no Oeste de ambos os estados.

    O litoral paraibano também pode registrar temporais localizados. Já no restante da região, a precipitação será escassa ou inexistente. O Leste da Bahia, em especial, terá pouca ou nenhuma chuva, com muitas cidades encerrando a semana sem registro de precipitação.

    Centro-Oeste e Sudeste com padrões distintos de chuva

    No Centro-Oeste, Mato Grosso e Goiás devem concentrar os maiores acumulados da semana, com possibilidade de volumes elevados em algumas áreas. No Mato Grosso do Sul, por outro lado, a chuva será mais irregular.

    No Sudeste, a instabilidade se intensifica em Minas Gerais, especialmente no Triângulo Mineiro e no Centro-Sul do estado. A semana também será marcada por aumento da chuva no Rio de Janeiro e Espírito Santo, com possibilidade de temporais localizados. Em São Paulo, a precipitação será mais irregular, mas tempestades pontuais podem provocar volumes expressivos.

    Chuvas irregulares no Sul do Brasil

    No Sul, a instabilidade será mal distribuída. Santa Catarina e Paraná terão os maiores volumes da região, mas, ainda assim, a maior parte das cidades registrará baixos acumulados. No Rio Grande do Sul, a chuva será escassa, e muitos municípios sequer terão precipitação significativa ao longo da semana.

    Segunda metade de março: o que esperar do clima no Brasil?

    A segunda quinzena de março começou no domingo e deve manter um padrão semelhante ao da primeira metade do mês. No Sul, a irregularidade da chuva continuará, com volumes abaixo da média histórica na maioria das cidades. No entanto, algumas áreas isoladas, especialmente em Santa Catarina e no Paraná, podem registrar acumulados próximos ou acima da média.

    No Sudeste, espera-se um aumento expressivo das precipitações, especialmente no Rio de Janeiro, Espírito Santo e no Centro-Sul de Minas Gerais, incluindo o Triângulo Mineiro. Modelos meteorológicos indicam risco de eventos de chuva extrema, com volumes elevados nesses estados.

    Calor persiste apesar do início do outono

    Apesar da chegada do outono no dia 20, o calor não dará trégua em grande parte do país. Estados do Sudeste e Centro-Oeste continuarão registrando temperaturas elevadas nos próximos dias.

    No Sul, o calor será mais frequente no Oeste do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Oeste e Norte do Paraná, onde as máximas podem alcançar entre 32°C e 35°C, com picos ainda mais elevados em algumas localidades. Já no Leste dessas regiões, a temperatura deve ficar próxima da média, com tardes mais amenas.

    No Sudeste, a tendência é de temperaturas acima da média, especialmente no interior de São Paulo e em Minas Gerais. Já áreas mais próximas à costa, como o litoral paulista e fluminense, terão menor incidência de calor extremo, com registros mais moderados devido à influência da chuva.

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