Complexo de doenças foliares ganha força no milho safrinha e exige manejo antecipado para preservar a produtividade
Com expansão da segunda safra e avanço da mancha-de-bipolaris, uso de fungicidas premium e aplicações precoces se consolidam como estratégias essenciais no campo
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Fábio Lemos, gerente da cultura de milho da FMC: "A aplicação de fungicidas a partir do estádio V4 tem se consolidado como uma das principais estratégias para preservar o potencial produtivo"
A expansão e fortalecimento da segunda safra de milho no Brasil tem ampliado a atenção dos produtores para o manejo do complexo de doenças foliares, especialmente da mancha-de-bipolaris (Bipolaris maydis), considerada atualmente uma das principais ameaças à produtividade da cultura.
Com o aumento da área plantada e maior remuneração do cereal — impulsionada pelo aumento do consumo para produção de carnes e para as usinas de etanol de milho — a proteção fitossanitária ganhou protagonismo nas lavouras para proteção da produtividade.
O milho é um dos principais cereais cultivados no país e, desde o plantio até a colheita, está sujeito ao ataque de diversos patógenos.
O cultivo, na primeira ou segunda safra, favorece a presença de microrganismos que reduzem a área fotossinteticamente ativa das plantas, comprometendo o enchimento de grãos e o potencial produtivo, sobretudo sob condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
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