Feijão carioca bate recorde e mantém alta em março
Indicador Cepea/CNA aponta valorização sustentada pela oferta restrita, mesmo com demanda mais moderada ao longo do mês
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O indicador Cepea/CNA voltou a registrar recorde para o feijão carioca em março, sustentado por um cenário de oferta restrita, dificuldades na colheita e expectativa de menor produção, especialmente na segunda safra.
O avanço ocorre mesmo diante de uma demanda mais moderada ao longo do mês e de recuos pontuais nas cotações em algumas semanas.
A média parcial de março para o feijão carioca de notas 9 ou superiores está 8,3% acima da registrada em fevereiro e 34% superior à do mesmo período do ano passado.
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, a valorização chega a 48,3%.
Na última semana analisada, entre os dias 20 e 27 de março, houve recuo nas cotações em todas as regiões acompanhadas, reflexo direto da menor demanda. As quedas variaram de 0,31% no leste de Santa Catarina a 1,32% em Itapeva (SP).