Do açúcar ao gado vivo: o que o Brasil vende para o rival da estreia na Copa do Mundo

Primeiro adversário da seleção brasileira no Mundial movimentou cerca de US$ 1,34 bilhão em comércio agropecuário com o país no ano passado

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

08deJunhode2026ás14:49

A estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 será diante do Marrocos, neste sábado, 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Mas a relação entre os dois países vai muito além do futebol.

Antes mesmo de a bola rolar nos Estados Unidos, o país africano já é um importante destino para produtos do agronegócio brasileiro.

Com cerca de 37 milhões de habitantes e investimentos crescentes na modernização da agriculturao Marrocos se consolidou nos últimos anos como um mercado estratégico para alimentos e insumos produzidos no Brasil.

Em 2025, as trocas do agronegócio entre os dois países movimentaram aproximadamente US$ 1,34 bilhão. O destaque ficou para o gado vivo: o país foi o segundo maior destino das exportações brasileiras desse segmento, com compras superiores a US$ 217 milhões.

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Mas afinal, o que o Brasil vende para o primeiro adversário da Seleção na Copa?

Os dados do Comex Stat mostram que o açúcar lidera com folga a pauta exportadora brasileira para o mercado marroquino. Açúcares e melaços responderam por 43,3% das exportações destinadas ao país em 2025.

Na sequência aparecem o milho não moído, com participação de 27,3%, os animais vivos, com 16%, as especiarias, com 3,5%, e a carne bovina, com 1,7%.