O que muda para o café com a volta do El Niño?

Projeções indicam riscos para importantes regiões produtoras nos próximos ciclos, enquanto a safra brasileira 2026/27 deve ter impacto limitado

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Colheita mecanizada de café em lavoura brasileira; mercado monitora os possíveis efeitos do El Niño sobre a produção global nos próximos ciclos. Foto: Foto: José Fernando Ogura

Colheita mecanizada de café em lavoura brasileira; mercado monitora os possíveis efeitos do El Niño sobre a produção global nos próximos ciclos. Foto: Foto: José Fernando Ogura

02deJulhode2026ás11:30

A confirmação de um novo episódio de El Niño para o segundo semestre de 2026 volta a colocar o clima entre os principais fatores de atenção do mercado global de café.

Embora os impactos variem conforme a região produtora e o estágio do ciclo agrícola em que o fenômeno ocorre, a expectativa é de que os agentes do setor acompanhem de perto os possíveis reflexos sobre a oferta mundial nos próximos anos.

Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a produção de café dependem da intensidade e da duração do fenômeno, do período em que ele se manifesta e das condições climáticas específicas de cada origem produtora.

Por isso, os impactos podem variar entre regiões e safras.

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