Pasto Forte apresenta bons resultados no Mato Grosso

Pecuarista teve lucro de até R$ 569 por hectare após investimento em adubação

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Pasto Forte avalia sistemas produtivos nos biomas do Cerrado, Pantanal e Amazônico. (fotos - Fundação MT)

Pasto Forte avalia sistemas produtivos nos biomas do Cerrado, Pantanal e Amazônico. (fotos - Fundação MT)

06deOutubrode2022ás12:13

Investir na adubação correta das pastagens do rebanho bovino é um “bom negócio” ao pecuarista, de acordo com dados parciais do projeto Pasto Forte.

Segundo estudo, no melhor cenário, convertendo os valores de arrobas adicionais produzidas, o pecuarista obteve R$ 569,00 de lucro adicional por hectare, a partir de maior maior investimento na pastagem.

Os números mostram ainda que o ganho foi de R$ 419,78/ha no médio investimento e R$ 238,36/ha no baixo.

O projeto Pasto Forte, realizado pela Fundação MT, em parceria com a Acrimat (Associação dos Criadores do Mato Grasso), apresentou nesta semana resultados parciais de seu primeiro ano “de vida”.

Lançado em setembro de 2021, o estudo revelou que, nas três fazendas avaliadas, foram notados aumento no peso dos animais, na taxa de lotação do pasto, na quantidade de arrobas produzidas e, consequentemente, no lucro adicional e retorno financeiro ao produtor.

Os benefícios ocorreram após recomendações de adubação de pastagens, “carro-chefe” do programa, cujo objetivo é avaliar a produtividade vegetal e animal e a fixação/estoque de carbono no solo em diferentes regiões de Mato Grosso.

Durante este ano, foram monitoradas fazendas nas cidades de Rondonópolis, Cáceres e Santiago do Norte (distrito de Paranatinga), escolhidas por representarem sistemas produtivos em três biomas diferentes: Cerrado, Pantanal e Amazônico.