IPCA fecha setembro em 0,26% com leve alta

    Grupo de alimentos e bebidas, no entanto, caiu pelo quarto mês seguido

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    A queda do grupo Alimentação e bebidas deve-se principalmente ao recuo nos preços da alimentação no domicílio, com deflação de 1,02%. (foto - ilustrativa)

    A queda do grupo Alimentação e bebidas deve-se principalmente ao recuo nos preços da alimentação no domicílio, com deflação de 1,02%. (foto - ilustrativa)

    11deOutubrode2023ás14:38

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve leve aceleração e fechou em 0,26% no mês de setembro, 0,03 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de agosto (0,23%).

    No ano, o IPCA acumula alta de 3,50% e, nos últimos 12 meses, de 5,19%, acima dos 4,61% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. A meta oficial de inflação para 2023 é de 3,25%, com 1,5% de tolerância para baixo ou para cima.

    Os preços de seis dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em setembro. O maior impacto de alta e a maior variação (1,40%) vieram de Transportes, seguido por Habitação (0,47%).

    No lado das quedas, destaca-se o grupo Alimentação e bebidas, cujos preços caíram pelo quarto mês consecutivo (-0,71%). Os demais grupos ficaram entre o -0,58% de Artigos de residência e o 0,45% de Despesas pessoais.

    A queda do grupo Alimentação e bebidas deve-se principalmente ao recuo nos preços da alimentação no domicílio (-1,02%). Destacam-se as quedas da batata-inglesa (-10,41%), da cebola (-8,08%), do ovo de galinha (-4,96%), do leite longa vida (-4,06%) e das carnes (-2,10%). Já o arroz (3,20%) e o tomate (2,89%) subiram de preço.

    A alimentação fora do domicílio (0,12%) desacelerou ante o mês anterior (0,22%). As altas da refeição (0,13%) e do lanche (0,09%) foram menos intensas do que as observadas em agosto (de 0,18% e 0,30%, respectivamente). 

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