Spodoptera avança e pressiona produtividade: ‘controle isolado já não funciona’, alerta gerente da FMC
Em entrevista exclusiva, o gerente da cultura da soja e do milho da FMC, Fábio Lemos, explica que as lagartas exigem manejo integrado e ampliam desafios para culturas no Brasil
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À primeira vista, pode parecer um inseto pequeno e inofensivo. Ledo engano.
Conhecida como spodoptera, esse tipo de mariposa bota uma lagarta que é um verdadeiro terror para diversas culturas, em especial medida para os cultivos de soja e de milho.
“É uma das pragas mais difíceis de controlar globalmente”, explica o gerente da cultura da soja e do milho da FMC, Fábio Lemos, em entrevista exclusiva ao Agrofy News.
As perdas, quando o combate à praga é feito de modo tardio ou isolado, podem chegar a metade da colheita, amargando prejuízos vultosos ao produtor.
As condições climáticas do Brasil e a vastidão de alimentos cultivados são um verdadeiro deleite para o bichinho se proliferar – são mais de mil ovos por cada postagem. Além disso, a praga tem alta dispersão, resistência, capacidade polífaga, aceleração do ciclo de vida e ainda se dá bem com a queda da eficácia biotecnológica.
Ou seja, toda atenção ainda é pouca.
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É neste contexto de múltiplos desafios que a FMC, empresa de atuação global com excelência no desenvolvimento de soluções para a agricultura, pautadas em ciência e pesquisas agrícolas, apresenta ao mercado o inseticida inovador Prêmio® Star.

Aliás, apenas no que se refere a resistências de pragas, a FMC já investiu mais de US$ 300 milhõespara desenvolvimento de novos ativos, o Prêmio® Star um deles.