O que a ida de Caiado para o PSD muda no xadrez da eleição de 2026

Filiação do governador de Goiás reposiciona o PSD na corrida presidencial e reforça articulações para uma candidatura própria fora da polarização tradicional

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, durante anúncio de filiação ao PSD, partido presidido por Gilberto Kassab, ao lado de Eduardo Leite e Ratinho Júnior

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, durante anúncio de filiação ao PSD, partido presidido por Gilberto Kassab, ao lado de Eduardo Leite e Ratinho Júnior

28deJaneirode2026ás16:39

A filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD marca um reposicionamento relevante no tabuleiro político para a eleição presidencial de 2026.

Ao deixar o União Brasil, onde enfrentava resistência interna para viabilizar uma candidatura própria, Caiado passa a integrar uma legenda que trabalha abertamente com a estratégia de lançar um nome ao Palácio do Planalto.

Sob a liderança de Gilberto Kassab, o PSD reúne agora três governadores cotados para a disputa nacional: além de Caiado, Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ratinho Júnior (Paraná).

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A aposta do partido é construir uma alternativa de centro-direita que se diferencie tanto do governo Lula quanto do bolsonarismo, especialmente após o ex-presidente Jair Bolsonaro indicar o filho, Flávio Bolsonaro (PL), como seu nome preferencial para a sucessão presidencial.